Quarta-feira, Dezembro 02, 2009
Lançamento do álbum "Virou!" de Diabo na Cruz.
Dia 11 de Dezembro, 22h00, MusicBox
Lançamento do álbum "Nem lhe tocava" de Samuel Úria
Dia 16 de Dezembro, 21h30, Teatro Ibérico.
Entrada: 8€ / Entrada+Disco: 15€
Dia 11 de Dezembro, 22h00, MusicBox
Lançamento do álbum "Nem lhe tocava" de Samuel Úria
Dia 16 de Dezembro, 21h30, Teatro Ibérico.
Entrada: 8€ / Entrada+Disco: 15€
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Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Samuel Úria - Nem lhe tocava
Nas lojas na próxima 2ª feira, 30 de Novembro.

Samuel sobre os abismos
Se António fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Paião, Vitorino e Waits. Se Variações soube pôr mundo no Minho, Úria põe este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves canções orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. O quê, nomes, História? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, António Variações, Sérgio Godinho e – Samuel Úria. Sim, isso mesmo. E não, não é nenhum “por exemplo”.
Esta música não tem medo de atacar o clichê mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele é mais sensível. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por nós, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfarçados de coisa respigada. Para os alternativos, fica o aviso: não se assustem com o aparato de produção, não há aqui nenhum “compromisso”, nenhuma “cedência”. Pelo contrário, este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio.
Podia falar de “Não arrastes o meu caixão” – quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora não sei se não será mais um western-sarrabulho – ou de “Rua da Fonte Nova, 171” – um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido – ou de “Teimoso” – sucesso pop em falsete fabuloso que põe Beck e PREC na mesma faixa –, mas, num disco destes, é demasiado difícil escolher só uma canção, só duas, só três. À volta de “Nem lhe tocava” devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui há mesmo 12 canções.
Não, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos clássicos, não há hipótese. Samuel Úria diz-se “músico ligeiro”, mas o facto é que estas canções conseguem, e citemos Drummond, “erguer-se em arco sobre os abismos”.
Jacinto Lucas Pires
Nas lojas na próxima 2ª feira, 30 de Novembro.

Samuel sobre os abismos
Se António fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Paião, Vitorino e Waits. Se Variações soube pôr mundo no Minho, Úria põe este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves canções orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. O quê, nomes, História? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, António Variações, Sérgio Godinho e – Samuel Úria. Sim, isso mesmo. E não, não é nenhum “por exemplo”.
Esta música não tem medo de atacar o clichê mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele é mais sensível. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por nós, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfarçados de coisa respigada. Para os alternativos, fica o aviso: não se assustem com o aparato de produção, não há aqui nenhum “compromisso”, nenhuma “cedência”. Pelo contrário, este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio.
Podia falar de “Não arrastes o meu caixão” – quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora não sei se não será mais um western-sarrabulho – ou de “Rua da Fonte Nova, 171” – um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido – ou de “Teimoso” – sucesso pop em falsete fabuloso que põe Beck e PREC na mesma faixa –, mas, num disco destes, é demasiado difícil escolher só uma canção, só duas, só três. À volta de “Nem lhe tocava” devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui há mesmo 12 canções.
Não, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos clássicos, não há hipótese. Samuel Úria diz-se “músico ligeiro”, mas o facto é que estas canções conseguem, e citemos Drummond, “erguer-se em arco sobre os abismos”.
Jacinto Lucas Pires
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Terça-feira, Novembro 24, 2009
Samuel Úria - Nem lhe Tocava
"Está já a ser ultimado o disco de Samuel Úria. Gravado, misturado e masterizado nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o LP regista o artista numa autêntica manta de retalhos musical. A coser cada remendo está o fio condutor da canção pura. Costura-se o trajecto entre a infância beirã e a eternidade próxima, seja em confissões despojadas, seja em melodias de uma reminiscência radiofónica cantável.
O disco produzido por Tiago Guillul e gravado por Nélson Carvalho e Tiago de Sousa,conta com a participação de uma banda com vários insignes da família FlorCaveira e assinala ainda convidados especiais como Celina da Piedade, Jorge Cruz, Luís dos Golpes ou B Fachada."
"Está já a ser ultimado o disco de Samuel Úria. Gravado, misturado e masterizado nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o LP regista o artista numa autêntica manta de retalhos musical. A coser cada remendo está o fio condutor da canção pura. Costura-se o trajecto entre a infância beirã e a eternidade próxima, seja em confissões despojadas, seja em melodias de uma reminiscência radiofónica cantável.
O disco produzido por Tiago Guillul e gravado por Nélson Carvalho e Tiago de Sousa,conta com a participação de uma banda com vários insignes da família FlorCaveira e assinala ainda convidados especiais como Celina da Piedade, Jorge Cruz, Luís dos Golpes ou B Fachada."
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Agenda actualizada.
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
DIABO NA CRUZ
"Entre os discos onde e vislumbra alguma memória da música popular portuguesa (não são muitos, é certo), é a coisa mais fascinante que por cá já se escutou desde o projecto Humanos. (...) Num país onde se faz tanta música amnésica, ver gente a ligar a electricidade aos ritmos tradicionais é um consolo para a alma."
João Miguel Tavares, Time Out
"E, acima de todos, os Diabo na Cruz, um supergrupo nacional que junta Jorge Cruz, B Fachada e Bernardo Barata, entre outros, na união definitiva e quase perfeita do melhor rock com a tradição portuguesa que se pode ouvir."
António Pires, i
"Não se trata tanto de reinventar a música portuguesa quanto de reavaliar certas marcas que a modernidade descartou em favor de outra coisa qualquer. Um corridinho progressivo, farrapos de folclore colados em blusão de ganga, canções iluminadas por aquelas lâmpadas que se acendem em certas cabeças certas. "
Rui Miguel Abreu, Blitz
"Entre os discos onde e vislumbra alguma memória da música popular portuguesa (não são muitos, é certo), é a coisa mais fascinante que por cá já se escutou desde o projecto Humanos. (...) Num país onde se faz tanta música amnésica, ver gente a ligar a electricidade aos ritmos tradicionais é um consolo para a alma."
João Miguel Tavares, Time Out
"E, acima de todos, os Diabo na Cruz, um supergrupo nacional que junta Jorge Cruz, B Fachada e Bernardo Barata, entre outros, na união definitiva e quase perfeita do melhor rock com a tradição portuguesa que se pode ouvir."
António Pires, i
"Não se trata tanto de reinventar a música portuguesa quanto de reavaliar certas marcas que a modernidade descartou em favor de outra coisa qualquer. Um corridinho progressivo, farrapos de folclore colados em blusão de ganga, canções iluminadas por aquelas lâmpadas que se acendem em certas cabeças certas. "
Rui Miguel Abreu, Blitz
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Quarta-feira, Novembro 04, 2009
DIABO NA CRUZ - VIROU!
No próximo dia 9 de Novembro, 2ª feira, estará à venda na FNAC e também aqui o primeiro disco de Diabo na Cruz.

No próximo dia 9 de Novembro, 2ª feira, estará à venda na FNAC e também aqui o primeiro disco de Diabo na Cruz.

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Quinta-feira, Outubro 29, 2009
A primeira cantiga do novo disco(a sair brevemente) de Samuel Úria pode ser ouvida aqui.

Na próxima semana estará à venda o primeiro disco de Diabo Na Cruz.

Na próxima semana estará à venda o primeiro disco de Diabo Na Cruz.
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Quinta-feira, Outubro 15, 2009
Jónatas Pires no Museu da Música. 16 de Outubro. 22h00


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SANTIAGO ALQUIMISTA (23 DE OUTUBRO)
ABERTURA DE PORTAS * 20H30
SAMUEL ÚRIA * 21H30
JOHN VANDERSLICE * 22H30
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Quinta-feira, Setembro 17, 2009
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Terça-feira, Setembro 08, 2009
Os Pontos Negros no Cabaret Maxime. Sábado, 12 de Setembro, 23h.

Finalmente, Os Pontos Negros no Maxime!
Pré-venda: Super-pack (t-shirt+concerto) €12
Pré-venda: Concerto 6€
No dia: t-shirt €10; concerto 8€

Finalmente, Os Pontos Negros no Maxime!
Pré-venda: Super-pack (t-shirt+concerto) €12
Pré-venda: Concerto 6€
No dia: t-shirt €10; concerto 8€
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Segunda-feira, Agosto 31, 2009
T-Shirts FlorCaveira, Religião & Panque Roque desde 1999, novamente disponíveis.
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Quarta-feira, Julho 29, 2009
Começa o Giro
Dia 8 de Agosto, 22h50, Sudoeste '09

À FlorCaveira faltava um ingrediente. Tinha religião, tinha panque-roque, tinha princesas da pop, tinha baladeiros antiquados e adolescentes africanizados. Mas faltava-lhe um ingrediente: o asfalto. Até agora.
É com orgulho que se anuncia o “Giro da FlorCaveira”, a volta a Portugal em concertos que reúnem pais fundadores e meninos-prodígio da editora. Tiago Guillul, Os Pontos Negros, Samuel Úria, João Coração e algumas novidades da FlorCaveira vão emparelhar-se por diversos palcos do país. Um ciclo musical com sprinters da soul, crooners de montanha e contra-relogistas afro-beat, sempre à frente do pelotão do roque-enrole.
Os Marcos Chagas da música nacional. A descentralização chegou à FlorCaveira.
Dia 8 de Agosto, 22h50, Sudoeste '09

À FlorCaveira faltava um ingrediente. Tinha religião, tinha panque-roque, tinha princesas da pop, tinha baladeiros antiquados e adolescentes africanizados. Mas faltava-lhe um ingrediente: o asfalto. Até agora.
É com orgulho que se anuncia o “Giro da FlorCaveira”, a volta a Portugal em concertos que reúnem pais fundadores e meninos-prodígio da editora. Tiago Guillul, Os Pontos Negros, Samuel Úria, João Coração e algumas novidades da FlorCaveira vão emparelhar-se por diversos palcos do país. Um ciclo musical com sprinters da soul, crooners de montanha e contra-relogistas afro-beat, sempre à frente do pelotão do roque-enrole.
Os Marcos Chagas da música nacional. A descentralização chegou à FlorCaveira.
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Terça-feira, Julho 21, 2009
Aviso
De 24 de Julho a 9 de Agosto a FlorCaveira estará encerrada no que a venda de discos, aqui no sítio, diz respeito. Todas as encomendas feitas entre estas datas só serão processadas posteriormente. Pede-se também a todos quantos fizeram encomendas que procedam ao pagamento e respectivo envio de comprovativo para que as mesmas sejam enviadas ainda esta semana.
De 24 de Julho a 9 de Agosto a FlorCaveira estará encerrada no que a venda de discos, aqui no sítio, diz respeito. Todas as encomendas feitas entre estas datas só serão processadas posteriormente. Pede-se também a todos quantos fizeram encomendas que procedam ao pagamento e respectivo envio de comprovativo para que as mesmas sejam enviadas ainda esta semana.
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Segunda-feira, Julho 20, 2009
Coração em Portugal
Um pouco por todo o lado as pessoas elegem o disco do João Coração como o som da estação.
Um pouco por todo o lado as pessoas elegem o disco do João Coração como o som da estação.
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Diabo na Cruz - Dona Ligeirinha EP
Desde hoje à venda o EP Dona Ligeirinha de Diabo na Cruz, a 2,5€

Myspace: http://www.myspace.com/diabonacruz
Desde hoje à venda o EP Dona Ligeirinha de Diabo na Cruz, a 2,5€

Myspace: http://www.myspace.com/diabonacruz
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Quarta-feira, Julho 15, 2009
Bruno Morgado
Ao vivo na Igreja Baptista de São Domingos de Benfica. Sábado, 18 de Julho às 19h00.
Ao vivo na Igreja Baptista de São Domingos de Benfica. Sábado, 18 de Julho às 19h00.
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Sexta-feira, Julho 03, 2009
À venda
As duas mais recentes edições da FlorCaveira. O Split Tiago Lacrau/Te Voy a Matar e Jónatas Pires "Vestido Preto". Aqui na loja a 2,5€. Nunca se viu música tão boa a preços destes.
As duas mais recentes edições da FlorCaveira. O Split Tiago Lacrau/Te Voy a Matar e Jónatas Pires "Vestido Preto". Aqui na loja a 2,5€. Nunca se viu música tão boa a preços destes.
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Segunda-feira, Junho 29, 2009
Jónatas Pires no Cabaret Maxime
4ª feira, dia 1 de Julho às 23h00, lançamento do EP "Vestido Preto".

4ª feira, dia 1 de Julho às 23h00, lançamento do EP "Vestido Preto".

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Quinta-feira, Junho 25, 2009
Festival da Cave
Esta sexta, mediante uma entrada livre mas onde se convida o ouvinte a contribuir voluntariamente com pelo menos um euro (que dá direito ao split Tiago Guillul/Te Voy a Matar), a Cave da Igreja Baptista de Queluz, na Rua 9 de Abril - nº19, recebe o primeiro festival de Verão. A partir das 21h a felicidade é possível.
Voz do Deserto
Esta sexta, mediante uma entrada livre mas onde se convida o ouvinte a contribuir voluntariamente com pelo menos um euro (que dá direito ao split Tiago Guillul/Te Voy a Matar), a Cave da Igreja Baptista de Queluz, na Rua 9 de Abril - nº19, recebe o primeiro festival de Verão. A partir das 21h a felicidade é possível.
Voz do Deserto
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